O sistema de janelas idealizado pela Microsoft para exibir os arquivos de um computador pessoal evoluiu muito desde a sua estreia no Windows 1.0 (foto ao lado). Pode-se afirmar tranquilamente que esse conceito atingiu seu ápice no Windows 7, a versão mais estável, completa e, ao mesmo tempo, enxuta que este sistema operacional jamais teve.
 
Mais do que um simples organizador e exibidor de arquivos, o Windows Explorer (não confundi-lo com o Internet Explorer!) atual busca ainda faz uma ligação direta do conteúdo das pastas até os aplicativos mais relevantes de modo a não só facilitar a execução ou exibição dos mesmos, mas também o compartilhamento deles entre os demais usuários que estiverem conectados na rede doméstica ou de uma pequena empresa.
 
Neste post, vamos mostrar como o Windows Explorer se comporta de acordo com a natureza dos arquivos que vai exibir. Vamos começar com uma das novidades do Windows 7, que é a organização dos arquivos em quatro grandes grupos reunidos na pasta “Bibliotecas”, ok?


 

A Microsoft desenvolveu uma forma mais simples e elegante de organizar as pastas de usuário dentro do Windows. Além de graficamente separá-las da pasta-raiz C:\, ele as agrupou em quatro grupos principais: Documentos, Imagens, Músicas e Vídeos. Outra facilidade é a localização da pasta Bibliotecas. Até a versão Vista, era preciso abrir o menu Iniciar para só depois escolher a pasta desejada. Agora, um ícone exclusivo e permanente fica na Barra de Tarefas, logo ao lado do botão Iniciar. Mais acessível que isso... ;o)


 

Um exemplo de como o Windows Explorer promove a integração entre as pastas e respectivos conteúdos com aplicativos relevantes é o botão “Gravar”, sempre presente na borda superior da janela. Selecione uma pasta e clique-o para que tudo que lá estiver seja gravado em uma mídia óptica, como um CD ou DVD. Tudo isso em um só clique.


 

Repare que ao abrir uma das pastas, como a Documentos, a barra superior ganha novos botões – isso sempre vai ocorrer de acordo com o tipo dos arquivos armazenados. Como aqui temos basicamente arquivos de texto, lá em cima vão surgir atalhos para enviá-los para a impressora ou para um destinatário de e-mail. Além disso, um outro botão, o “Abrir”, vai indicar quais programas poderão abrir os documentos selecionados para que possam ser editados.


 

O mesmo vai ocorrer quando a pasta Imagens, por exemplo, for aberta. Agora, ao invés de um botão “Abrir”, surgiu um “Visualizar”. Embora o nome tenha mudado, sua natureza continua a mesma: lá estarão listados os softwares mais indicados para abrí-los, de acordo com suas necessidades. Foi agregado ainda o “Apresentação em slides” para agilizar a visualização de todo o conteúdo da pasta por meio do Visualizador de Fotos do Windows, o programa padrão para a abertura da maioria dos formatos de arquivos de imagem.


 

As opções de visualização dos arquivos está mais variada no Windows 7. Clique no pequeno triângulo ao lado do ícone em forma de retrato no canto direito da barra superior para conferir cada uma.


 

Foi introduzida mais uma opção de visualização no Explorer do Windows 7 para agilizar a localização de um arquivo específico. Do lado direito do ícone descrito acima há um outro que permite a abertura de mais um campo na lateral da janela do Windows Explorer. Selecione um arquivo para que seja exibida uma amostra do conteúdo do arquivo desejado.


 

Isso vale também para arquivos de texto: no exemplo acima, o conteúdo de um arquivo do Bloco de Notas é revelado direto na janela.


 

No caso de vídeos, uma versão reduzida do Windows Media Player é utilizada para dar uma palhinha do vídeo selecionado na pasta Vídeos.


 
Bom, por enquanto é só, caros usuários Windows. Semana que vem vamos revelar mais recursos do Windows Explorer, ok? Até mais!