"Resenha: Windows Phone “Mango” – a interface

"Resenha: Windows Phone “Mango” – a interface

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Há tempos esperávamos ansiosamente por este momento: colocar as mãos em um smartphone devidamente recheado com a mais nova versão do sistema operacional móvel da Microsoft, o Windows Phone codinome “Mango” (ou, para os mais nerds, versão 7.5). Não víamos a hora de verificar se os elogios rasgados que líamos e ouvíamos por aí se comprovariam ou não. E, para nossa grata surpresa, ele é tudo o que falaram de bom – e muito mais.

A interface gráfica baseada nos chamados “Blocos dinâmicos” ou “Tiles” (azulejos, na tradução livre) é o principal destaque do novo Windows Phone OS e seu diferencial mais evidente quando comparado aos concorrentes mais populares. Eles funcionam como agregadores (ou hubs) de informações de temas específicos: “People” traz os seus contatos tanto da memória ou chip do telefone quanto vindos de redes sociais; “Games” guarda todos os jogos que venha a comprar no Market Place (lojinha virtual ainda indisponível no Brasil); Office tem suas respectivas aplicações e por aí vai. Tudo muito fácil de encontrar e de operação simples e intuitiva.

Essa lista vertical “rolável” de quadrados coloridos é uma solução elegante e muito flexível. Enquanto outros sistemas permitem apenas que o usuário transfira os ícones dos aplicativos que mais acessa para uma espécie de “homepage” do aparelho, a interface principal do Windows Phone é totalmente customizável: basta tocar e segurar um dos ícones para que todos os quadradinhos pareçam que estão flutuando na tela. No entanto, o quadrado tocado é o que fica em destaque, bastando para o usuário arrastá-lo para cima, para baixo ou para os lados para escolher a posição mais conveniente. E caso queria excluí-lo de lá, é só tocar no ícone do pino que surge no canto direito. Ah, para incluir outras funções, basta tocar na setinha lá no alto à direita – ou simplesmente “folhear” a tela para a esquerda – e acessar a lista completa de aplicativos. Toque e segure um deles para que uma telinha branca se abra dando a opção de fixá-la na tela principal. Virtualmente, ela pode ser tão longa quanto a listagem principal de aplicativos. Mas isso vai do gosto do freguês, não é?

De fato, só de ver a interface do “Mango” em ação é um show à parte. As transições de uma tela para a outra guardam detalhes que fazem a alegria dos olhos. De cara, a telinha de stand by, que pode trazer a foto que o usuário quiser, como as ótimas opções que o próprio sistema oferece (a que escolhi é a de um simpático baiacu inflado boiando no mar), ao ser levemente tocada, dá a impressão de também estar flutuando na tela: segure-a e solte-a rapidamente para que ela suavemente caia e dê umas “quicadas” ao “bater” no final da tela. Arraste-a com mais convicção para que deslize como se estivesse solta lá dentro.

E esse tipo de efeito gráfico se repete em todas as aplicações do aparelho, seja para “folhear” fotos ou mesmo sites abertos na versão móvel do Internet Explorer 10 (você não leu errado, o IE do ""Mango"" já é o 10!). Toda essa “agilidade computacional” não fica devendo nada ao que se vê em sistemas concorrentes. E não é por nada não, a impressão é que o Windows Phone consegue ser ainda mais rápido. Quer um exemplo? Abra um documento do Word (sim, ele vem com o pacote completo do Office!), depois toque no logotipo do Windows para voltar à tela inicial para em seguida abrir outros aplicativos. Abrimos aqui o Zune, o IE10 e mais uns outros dois programas e os comandos de toque NÃO FICARAM LENTOS. Sistema multitarefa é isso aí.

Bom, vamos ficando por aqui. Infelizmente, não dá para falar de tudo de uma só vez (se fosse o caso, daria pra escrever um livro, na boa) em tão exíguo espaço virtual. Mas na semana que vem eu volto para comentar o desempenho de alguns aplicativos em especial, ok? Promessa!

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1 Comments
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  • Gelson
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    To louco pra ter um *¬* , tomara que não demore muito pra sair nas lojas